12 coisas que não suporto na Espanha

Pensei que este dia nunca chegaria, mas tenho algo a dizer: tem certas coisas que não suporto na Espanha. Sim, senhoras e senhores. Hoje vou contar o que venho guardando há quase 15 anos. Segura aí:

fonte: google

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Buitrago del Lozoya, lindeza de Madrid

Buitrago delo Lozoya é um daqueles lugares mágicos que quando a gente vai tem a certeza de que quer voltar. Fica a 75 km da capital e é parte da Serra Norte de Madrid. Lugar de conexão das culturas muçulmana, cristã e judia, Buitrago é cercada por uma muralha muito bem conservada, tem uma igreja gótica e um castelo.

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Flamenco em Madrid: Casa Patas no EEBB

Raízes do flamenco

O flamenco é uma manifestação artística famosa em todo o mundo. Reconhecida internacionalmente, foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade em 2010 pela UNESCO.

Falar de flamenco é falar da identidade espanhola e também de universalidade. O flamenco não tem fronteiras: é um sucesso do Japão aos Estados Unidos e está presente em cidades como Nova Iorque, Paris, Tóquio, Amsterdã, Londres e São Paulo.

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Lenda urbana: o mito das estátuas equestres

Sempre ouvi falar disso e, como boa curiosa, um dia decidi pesquisar. O que será que quer dizer a postura dos cavalos nas estátuas?

Então… você sabia que a posição das patas do cavalo indica a forma como a pessoa que está montada morreu?

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Apelidos “reais” masculinos

Como o leitor do BLPM sabe, o que não falta na Espanha é criatividade para inventar apelidos. Lembrando que apelido em espanhol se diz mote ou apodo.

E, por que os reis iam ficar de fora de tão nobre costume? Carlos, el hechizado, Jaime, el conquistador, Felipe, el pasmado são alguns dos apelidos que vamos ver hoje.

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Apelidos “reais” femininos

A palavra apelido não existe em espanhol. Existe apellido, que significa sobrenome, em português. Hoje vamos ver que os apelidos dos reis eram de verdade, acreditem ou não: Juana, la loca. Jaime, el conquistador, Alfonso el sábio

Aqui na Espanha o que não falta é criatividade para dar apelidos às pessoas. Às vezes cruéis, outras certeiros, os apelidos deixaram marcas nos seus donos, que ultrapassaram o limite dos tempos. Conferimos alguns, neste capítulo, dedicado às mulheres: Juana, la loca, Isabel, a católica e Isabel II, a rainha ninfomaníaca.

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