Palácio Cibeles – Sede do EEBB em Madrid

Não faz muito tempo, mas as pessoas mandavam cartas umas para as outras. Alguém se lembra disso? Era preciso escrever, colocar a carta no correio e esperar a resposta! Hoje isso parece um tempo tão remoto diante das redes sociais e aplicativos, que esquecemos que não faz nem três décadas desse costume.

Pois na virada do século XIX para o XX, o volume de correspondência na Espanha era enorme, e o telégrafo encurtou as distâncias. Pensando em modernizar a cidade, as autoridades madrilenhas decidiram erguer um edifício que reunisse os três serviços de comunicação em voga: os correios, os telégrafos e o telefone.

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juliana bezerra

Juliana Bezerra é historiadora com pós-graduação em Relações Internacionais e História Contemporânea. No blog Rumo a Madrid, ela mostra Madrid através da arte e dos artistas.

Lenda urbana: o mito das estátuas equestres

Sempre ouvi falar disso e, como boa curiosa, um dia decidi pesquisar. O que será que quer dizer a postura dos cavalos nas estátuas?

Então… você sabia que a posição das patas do cavalo indica a forma como a pessoa que está montada morreu?

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Cris Pacino ensina português e no seu blog usa tecnologia para difundir conhecimento, encurtar distâncias e conectar ideias. Adora pedalar, ir pra praia e bater papo.

Os reis mais jovens da Espanha

O universo de príncipes e princesas alimentam a ilusão das crianças desde muito cedo. Quem não se imaginou vivendo em um castelo e saiu por aí equilibrando uma bela coroa na cabeça, as meninas com seus vestidos longos e os meninos em seus cavalos imaginários, verdadeiras altezas reais,  se achando o máximo, como personagens de filmes infantis?  Agora já imaginou quando tudo isso é real e, ao invés de príncipe e princesa, a criança se torna um rei ou rainha, com cetro, coroa e um reino inteirinho para governar?

Pois aqui na Espanha isso aconteceu algumas vezes. Pequenas altezas reais que acabaram se tornando “Sua Majestade”.

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Juliane D’Amore, gaúcha, casada e mãe de três meninas que foram a inspiração para o blog MEL a Mil pelo mundo. Nele, conta como está sendo a mudança da família para Madrid, além de dar dicas de passeios e viagens com crianças.

Apelidos “reais” masculinos

Como o leitor do BLPM sabe, o que não falta na Espanha é criatividade para inventar apelidos. Lembrando que apelido em espanhol se diz mote ou apodo.

E, por que os reis iam ficar de fora de tão nobre costume? Carlos, el hechizado, Jaime, el conquistador, Felipe, el pasmado são alguns dos apelidos que vamos ver hoje.

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Apelidos “reais” femininos

A palavra apelido não existe em espanhol. Existe apellido, que significa sobrenome, em português. Hoje vamos ver que os apelidos dos reis eram de verdade, acreditem ou não: Juana, la loca. Jaime, el conquistador, Alfonso el sábio

Aqui na Espanha o que não falta é criatividade para dar apelidos às pessoas. Às vezes cruéis, outras certeiros, os apelidos deixaram marcas nos seus donos, que ultrapassaram o limite dos tempos. Conferimos alguns, neste capítulo, dedicado às mulheres: Juana, la loca, Isabel, a católica e Isabel II, a rainha ninfomaníaca.

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Duas estátuas femininas de Madrid

De metal ou de pedra, no chão, nas praças, seja como for, Madrid tem muitas estátuas. Começando pelo símbolo da cidade, o urso e o madroño na Puerta del Sol.

Várias das estátuas são equestres, com conquistadores, generais e altos mandos do exército nas praças e avenidas, há também de reis godos e monarcas da Reconquista na Plaza de Oriente, de Cervantes e seus personagens, de escritores na Biblioteca Nacional, de pintores e escultores no Paseo del Prado, estátuas urbanas que representam cidadãos madrilenhos, tem também de romanos, de anjos e santos…

Este é um capítulo de uma série sobre as curiosidades das estátuas da capital. A Susana Paquete já falou sobre as esculturas humanas. Hoje rendemos homenagem a 2 estátuas femininas: Cibeles e Clara Campoamor.

Fonte: Wikimedia Commons

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